PONTES

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Uma ponte precária e simples...

Ponte na Rua Leonor Saraiva Przirembel, Campos do Jordão

Sempre que posso faço meditações no Evangelho. Hoje comecei pelo relado de João (aquele que ficou exilado na Ilha de Patmos e é considerado o apóstolo do amor.) sobre a vida de Cristo. Tive interesse especial quando João fala de outro João, o Batista, que era primo de Jesus e veio para fazer preparativos para a chegada de Cristo. Foi um tipo de ponte por onde Cristo passaria, continuaria sua missão e João Batista desapareceria.

Gosto muito de pontes também. Tenho fotos de pontes de vários lugares do mundo. Algumas majestosas, outras práticas, outras sofisticadas, outras improvisadas, outras deterioradas, enfim já registrei pontes de todos os jeitos.

As vezes me vejo também como “ponte”. Isto é, sirvo de ligação de uma pessoa para com outros. Hoje porém fiquei pensando que é preciso preparo para ser “ponte”. Porque como ponte fica-se para trás, nem sempre é lembrada. As vezes nem é percebida.

As pontes tem funções importantes e fundamentais, mas uma vez que se passa sobre uma, ela fica para trás e segue-se a vida!

Abraço.

RUÍNAS

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RECONSTRUINDO

Hoje acordei mais cedo, por isso pude fazer minha devocional. Li o Salmo 74, que é um poema feito por alguém da família do judeu Asafe, há alguns séculos atrás. E uma frase, dentro da oração proferida, me chamou a atenção: “Volta os teus passos para aquelas ruínas irreparáveis, para toda a destruição que o inimigo causou em teu santuário”.

É um poema que refere-se a destruição do templo judaíco. Mas, biblicamente, com o advento Cristo Jesus, o templo passou a ser o corpo de cada um. Lembrei-me de várias pessoas, que sofreram danos emocionais e físicos. Então hoje quero contextualizar as palavras do poeta de tantos anos atrás:

“Senhor, volta os teus passos para aquelas ruínas irrepáraveis no corpo e na mente daqueles, que em algum momento da vida foram atingidos pela maldade humana”.

Na esperança que o irreparável se torne reparável! Que assim seja!

03/10/2011

TESOUROS NO CÉU

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O MAIOR ROUBO DE JÓIAS NO BRASIL!

 Acabei de ler na revista Veja, sobre o assalto e arrombamento dos cofres particulares do Banco Itaú que fica na Avenida Paulista, esquina com a Rua Frei Caneca. Doze homens fizeram-se passar por trabalhadores de uma equipe de manutenção e conseguiram entrar no lugar dos cofres, tido como seguro. Arrombaram 138 cofres e levaram jóias e ouro equivalente a 100 milhões de reais. Imediatamente lembrei-me do texto dito por Cristo: “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e furtam…”

Impressionante como nada é obstáculo para pessoas ousadas, inteligentes, que não temem perder a própria vida, quando estas querem roubar algo. Por mais difícil ou seguro que seja o lugar, quem quer roubar uma jóia de alto valor ou qualquer outra pedra preciosa ou ouro, com certeza conseguirá. Deve ser esta a razão pela qual Cristo já anunciou há mais de 2.000 anos atrás, qual era o lugar seguro de guardar tesouros: nos céus! “…Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e o ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem furtam.”

Acho que a pergunta que não quer calar, é: “Como se manda para o céu, nossos ouros e nossas jóias?” Só tem um jeito: transformar nossos tesouros em coisas que pessoas, menos privilegiadas socialmente, possam aproveitar como: escola, pão, seguro saúde, moradia, cobertores e com certeza tem mais coisas que podem transformar a vida das pessoas aqui. Ou então ficar disponível para todo e qualquer um que em algum momento necessite de algo que posso oferecer: um ombro, um colo, um abraço, uma escuta amorosa e empática. Enfim se dispor ao esvaziamento para poder receber quem necessite de acolhimento! E o tempo gasto com estas pessoas também é tesouro guardado.

Pessoas são eternas. E se são eternas, o tesouro está garantido. Será também eterno. E o que investimos em pessoas não corre o risco de ser corroído por traças, nem destruído pela ferrugem. E jamais ladrão algum, por mais esperto e inteligente que seja, conseguirá roubar.

Sou grata a várias pessoas que ao invés de investir em jóias, ouro ou coisas materiais, resolveram investir na minha vida, quando eu esta necessitada e sem recursos para caminhar na direção que queria: estudar! Por causa destes investimentos hoje posso envelhecer com mais tranqüilidade e ainda posso, juntamente com meu marido, sustentar três crianças. Estas pessoas, com certeza guardaram parte do que tinham num lugar onde nenhum ladrão pode chegar: Na minha vida!

12/09/2011

Sou Pó

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Hoje, fora do meu fuso horário, acordei pensando na realidade de ser PÓ. Me lembrei do texto bíblico: “Do pó vieste e ao pó voltarás…”!

Que verdade. Hoje aplicaria este texto a minha vida assim: “Do pó vieste; sois pó; e ao pó voltarás”. E por um acaso não tão acaso, encontrei esta poesia que me diz muito sobre ser PÓ:

Eu sou pó.

Poeira mesmo , que

se espalha com qualquer
ventinho.

Pó, poeira, só, sozinho.

Nem sempre reflito,

me precipito,

em novas superfícies planas…

E sem medo das
flanelas, danço pelo ar
no faixo de luz das
janelas.

Eu, enquanto sou pó,
sou poeira, sou só,
sozinho.

Pó.

Fatima Varella

Feliz Páscoa em 2011

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Dedico este texto a todos aqueles que repartem os segredos mais íntimos das suas vidas. São pessoas que estão buscando um conhecimento maior de si mesmas. Que querem viver melhor, com o outro, com o Sagrado e com elas mesmas. Pessoas que são corajosas e não temem em caminhar na direção dos seus sentimentos e das suas percepções. Enfim, não temem encontrar a própria vida com tudo que ela tem de desconforto e prazer!

Em especial para aqueles que me escolheram, para caminhar junto na busca de uma vida mais integrada!

OS SENTIMENTOS DE CRISTO

Novamente chegamos às comemorações da Páscoa. Entre feriado, ovos de chocolate, e bacalhau, quero convidá-los a refletir um pouco sobre as lições preciosas da Páscoa. Sei que nem todos acreditam na dimensão espiritual da Páscoa. Mas todos reconhecem que o advento de Cristo é histórico e dividiu o calendário em a.C e d.C.

Neste ano quero destacar os sentimentos de Cristo, que foram bem aparentes nos últimos dias que antecederam a Sua morte como bandido. Isto significa que coloquei meus olhos nos aspectos emocionais de Cristo, ocorridos na sua última semana de vida.

Choro – Cristo chora quando se aproxima de Jerusalém, prevendo a destruição que a guerra traria para a cidade. Não ficaria pedra sobre pedra;

Indignação – Quando chegou ao templo, no domingo, e percebeu os comerciantes usando o espaço do templo, vendendo, explorando e tirando proveito dos menos privilegiados socialmente;

Pavor, angústia e tristeza profunda – No Getsemâni quando foi orar;

Solidão – Quando voltou de orar e encontrou os discípulos mais chegados, dormindo;

Cansaço – Quando depois de uma noite sem dormir e ser interrogado várias vezes, não tinha mais forças físicas para carregar o madeiro…Simão, que estava voltando do trabalho, foi obrigado a levar;

Desamparo – Quando, na sexta-feira, pregado e já agonizante, gritou bem alto: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparou?”

Fico pensando que, muitas vezes prendemos o choro, negamos o medo, disfarçamos a tristeza, ignoramos o cansaço e silenciamos nossas situações de abandono. E simplesmente fazemos isto para evitar outros desconfortos. Mas quando não permitimos as vivências destes sentimentos em nós mesmos, percorremos caminhos onde sofrimentos e bloqueios maiores nos esperam.

Que nesta Páscoa tenhamos alegria para celebrar a Vida que ela simboliza! Que tenhamos coragem para ressuscitar a nós mesmos naquilo que sufocamos.

Que Cristo seja o estímulo para vivermos todas as emoções da vida.

Boa Páscoa em 2011

O Choro de Cristo

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Lucas, o médico, no relato sobre a entrada de Jesus, em Jerusalém, montado no jumentinho, registrou que: “Quando se aproximou de Jerusalém, viu a cidade, Jesus chorou sobre ela…”

Fico profundamente tocada com este choro. É um choro pela destruição que viria sobre Jerusalém. Sobre todos: adultos e crianças. Não ficaria pedra sobre pedra. Isto significa que as construções viriam abaixo. E Jesus deixa bem claro, é um lamento porque Jerusalém “não reconheceu a oportunidade que Deus lhe concedeu”.

Há choros de alegria, de surpresa, de dor, de saudade, de raiva, de impotência. O de Jesus foi de lamento. Em muitos choros temos parceiros. Mas este Cristo Jesus chorou sozinho. E chorou por pessoas que nem souberam do que foi chorado, ou se souberam foi depois que Cristo já tinha sido crucificado.

As vezes choramos sozinhos. Outras vezes choramos pelos nossos filhos; pelos nossos netos; por situações de calamidade; choramos também pelas vítimas de tragédias e choramos muito diante da perda pela morte.

Para mim, fica claro, que Deus, em Cristo Jesus, chora por mim e por você. Chora todas as vezes em que não vemos a oportunidade passar e a perdemos. Chora pelas possíveis destruições que muitas vezes trazemos sobre nós mesmos. E choro por esta razão, só pode ser um CHORO DE AMOR!

Jumentinho nunca montado…

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Quase chegando a Jerusalém, Cristo ordenou a dois dos discípulos que entrassem em Jerusalém e lá logo no começo da cidade haveria um jumentinho amarrado, nunca montado. Era para desamarrar e trazê-lo. Jesus entraria na cidade montado nele.

Minhas perguntas:

1 – Como se sentiram os donos deste jumentinho, quando souberam que era para Jesus? O que eles sabiam sobre Jesus?

2 – Jesus foi o primeiro a montá-lo. Será que alguém ousou montá-lo depois? O jumentinho ficou em alguma exposição de animais para ser visto por todos? O dono vendeu o jumentinho por algum valor bem mais alto do normal? Ou nada aconteceu?

De qualquer forma, os donos deste jumentinho puderam servir a Cristo cedendo o meio de transporte. E o jumentinho? É um animal de muita sorte: Foi montado pelo Redentor!

A Cura do Cego Bartimeu (Muito linda!)

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II – O segundo fato que reli, nesta semana que antecede a Páscoa de 2011, é sobre a cura do cego Bartimeu, que ocorreu na cidade de Jericó e foi registrado por Marcos. Que não foi discípulo, mas tudo indica que ele caminhou bem próximo de Jesus, pelo menos nos últimos dias da vida de Cristo. Alguns acham que ele é o jovem rico que Cristo mandou vender tudo que tinha e distribuir aos pobres. O texto está no Evangelho de Marcos 10. 46 a 52

Bartimeu, era cego e não surdo. Ouviu muito bem que algo diferente estava acontecendo. Era muito barulho de pés no chão e muito vozerio para ser algo cotidiano. Perguntou o que era. Disseram que Jesus de Nazaré passava pela cidade. Quando ele ouviu que era Cristo, começou a gritar desesperadamente: “Jesus Filho de Davi, tem misericórdia de mim!” O uso da expressão “Filho de Davi” revela que aquele homem conhecia a linhagem de onde nasceria o Messias. Quer dizer, ele acreditava pela história da Torá, que Jesus era o Redentor.

Algumas pessoas, quando ouviram seus gritos, mandaram que ele calasse a boca. Mas ele gritava mais e mais. E Cristo ouviu seus gritos e mandou chamá-lo. Nossa, quando ele soube que Jesus o chamava, não teve dúvida, largou a capa e rapidamente pôs-se em pé e foi na direção de onde vinha a voz de Cristo. Questionado sobre o que queria, respondeu: “Que eu volte a ver.”

Imediatamente, recuperou a visão. Pulou de alegria e junto com a multidão foi caminho a fora seguindo Jesus.

Lições que me ocorreram:

1 – Quanto tempo, das 24 horas diárias que tenho, gasto em conhecer mais sobre a minha dimensão espiritual?

2 – O quanto estou atenta aos acontecimentos que passam por mim? Será que já perdi oportunidades porque estava desligada ou distraída com coisas menos sem valor, e não vi as oportunidades que passaram por mim?

3 – Quanto de coragem eu tenho, para não calar a boca, diante daquilo que acredito?

4 – Estou disposta a deixar de lado coisas as quais estou apegada e correr na direção da Vida, que abre os meus olhos e me ajuda a enxergar?

5 – Eu sei exatamente o que quero para mim e para a minha vida, se for indagada?

Fiquei pensando que, Bartimeu seguiu a Jesus e alguns dias depois Cristo morre crucificado no Golgota. Imaginei a tristeza no coração dele, até saber da Ressurreição, de ver morrer como bandido aquele que lhe restituíra a visão.

15.abr.2011 -11h42

Cristo Jesus e as Crianças

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Cristo sempre valorizou as crianças e teve tempo para elas.

Se fossemos repassar toda a vida de Cristo nestes dias que antecedem a Páscoa, estaríamos na última viagem dele para Jerusalém, onde culminou com sua morte na cruz e ressurreição.

Um dos eventos que gosto de reler é aquele onde Ele interrompe sua viagem para atender os pais que traziam as crianças para serem abençoadas. Percebo algumas lições esquecidas nesta história:

1 – Cristo ficou enraivecido com os discípulos que impediam os pais de chegarem perto dele, com as crianças. Indignado ordenou que os discípulos não atrapalhassem .

2 – Ele nunca esteve muito ocupado para não ter tempo para uma criança. Recebeu as crianças, pegou-as no colo e numa atitude paternal as abençoou.

3 – A indignação de Cristo aqui foi com aqueles que mesmo devendo ser pessoas esclarecidas, os discípulos, tinham atitudes onde as crianças eram excluídas.

4 – Cristo defendeu as crianças, que são indefesas e desprotegidas. Não se intimidou diante dos homens que eram seus seguidores.

PERGUNTAS REFLEXIVAS:

Nossas raivas tem a ver com nossos interesses ou nos indignamos diante de abuso para com os indefesos, como no caso as crianças?

Somos pessoas que amamos e protegemos as crianças, ou somos daqueles que ficam irritados com a presença dela e as excluímos de bênçãos, benefícios e direitos que elas deveriam receber?

Somos capazes de interrompermos nossas coisas importantes, parar e dar atenção a uma criança, como Cristo fez?

Somos capazes de descer na mesma altura de uma criança ou de pegá-la no colo, e olharmos em seus olhos dando toda a atenção para ela, ou simplesmente as ignoramos?

Escutamos o choro de uma criança, escutando também seu coração e suas necessidades, ou simplesmente a afastamos para não ouvir mais seu choro?

Meu Herói Venceu a Morte!

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Vovó, quem é seu herói? Perguntou-me perguntou Paolo, meu neto que na época tinha cinco anos. Devolvi a pergunta, antes de responder. Ele enumerou vários, uma vez que estava encantado com o poder dos heróis criados nas estórias infantis.Respondi: “Meu Herói é o JC.” “O que ele faz?” Disparou, o garoto. Tive que rapidamente organizar as idéias e transformá-las em linguagem infantil. Afinal o que eu mais desejava era revelar que o JC era superior, não usava de efeitos especiais e poderia mudar o sentido da vida.Afirmei: “Meu Herói é capaz de colocar cor e gosto na água, e ela fica linda e saborosa. Ele pega um pedacinho de pão e transforma num pão bem grande que dá para muita gente comer. Pega um peixe pequeno e transforma em milhares de peixes. Só de colocar a mão na cabeça de uma vovó doente, a febre foi embora. E quando um barco estava quase afundando por causa do vento e da chuva ele mandou a tempestade parar e ela obedeceu.” Ele ouvia com os olhinhos e ouvidos bem abertos, mas dava para ver que preparava uma resposta, na tentativa de enfraquecer meu Herói. E veio com a afirmação: “Mas tem uma coisa: Seu Herói não tem corpo forte, o meu tem. E se o meu encontrar o seu terá uma briga e o seu vai perder.” Ai, tive a oportunidade de apresentar o Herói que venceu a morte. E falei: “O JC, não se preocupa em ter corpo forte, nem em lutar. Sabe por que? Porque uma vez, um amigo dele ficou doente e morreu. O corpo já estava até apodrecendo, mas o JC chegou e mandou ele sair do cemitério e ele saiu.” Paolo ouvia já concordando que meu Herói era superior a todos que ele tinha. Eu continuei: E tem mais: “Uma vez, enganaram ele, e os policiais chegaram e o prenderam. Bateram, cuspiram, fizeram mil perguntas e finalmente ele foi condenado a pena de morte. Ele morreu numa sexta-feira, mas quando chegou no domingo a cova dele ficou vazia. Ele saiu de dentre os panos que enrolavam o corpo morto dele. Os panos ficaram lá como uma embalagem, mas dentro não tinha corpo algum.” “Ele viveu novamente?” O garoto perguntou. Respondi: “Sim”. Não só isto. Além dele ganhar da morte ele garantiu que eu e você, mesmo que a morte chegue, poderemos também, sair da cova e viver novamente.” Ele continuava me olhando, mas agora sem tentar me convencer que os heróis dele, tinham mais poder. Afinal, se tinha uma coisa que ele não queria era morrer. E na cabecinha dele se o meu Herói era mais forte que a morte, então ele queria.

Perguntei: “Você acredita no meu Herói? Ele respondeu: “Sim. Claro!”

“Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá.” João 11.25

* Publicado no “Cada dia com Deus” Meditações Holiness de 2011

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