Ressurreição

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De todas as mensagens que recebi sobre a Páscoa, esta foi a que mais gostei:

Três indivíduos foram julgados por crimes contra a humanidade.

Dois deles cometeram crimes.

Um deles, não.

Três indivíduos tiveram julgamentos por autoridades competentes.

Dois deles tiveram julgamentos justos.

Um deles, não.

Três indivíduos foram chicoteados e surrados.

Dois deles fizeram por merecer.

Um deles, não.

Três indivíduos tiveram que carregar cruzes.

Dois deles mereceram suas cruzes.

Um deles, não.

Três indivíduos foram zombados e cuspidos ao longo do caminho.

Dois deles xingaram e cuspiram de volta.

Um deles, não.

Três indivíduos foram pregados a cruzes.

Dois deles mereceram.

Um deles, não.

Três indivíduos agonizaram por causa de seu abandono.

Dois deles sabiam a razão de serem abandonados

Um deles, não.

Três indivíduos conversaram durante o tempo que ficaram pendurados em suas cruzes.

Dois deles discutiram.

Um deles, não.

Três indivíduos sabiam que a morte estava vindo.

Dois deles resistiram a ela.

Um deles, não.

Um.

Dois

Três indivíduos morreram nas três cruzes.

Três dias após.

Dois indivíduos permaneceram na sua tumba.

Um deles, NÃO!!! Cristo Jesus!

(autor desconhecido)

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Ressurreição da Liberdade

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Há prisões sem grades, sem portas, sem fechaduras e muito menos chaves!

É muitos vivem dentro delas. Ou melhor assistem a vida passar, observando através de grades (inexistentes)construídas em volta de si. Normalmente junto com a liberdade perde-se também a autonomia. Sem autonomia não expomos o que somos, o que pensamos e como vivemos.

Quando amortece a liberdade e a autonomia se tem como companhia o medo. Medo de tudo. Da rejeição, da crítica, da solidão, do estar a sós, do desamparo, medo de ir, de vir, de falar, de silenciar, de ser visto, de não ser visto. Bem como diz a música do Lenine: “MIEDO”.

A liberdade angustia porque junto com ela é preciso ter coragem para assumir muitas vezes que falhamos e que erramos! É mais fácil responsabilizar outros!!! Mas sem liberdade vivemos os projetos alheios. Ficamos refém das ópiniões e desejos de outros! Cedmos a outros a administração do nosso tempo e da nossa vida. Nos escondemos e deixamos de dar ao mundo a nossa volta a contribuição especial que cada ser humano é capaz.

A melhor ilustração bíblica para isto é a ressurreição de Lázaro, que diante da ordem de Cristo sai do túmulo atado e mal podendo se movimentar. Cristo completa o milagre ordenando que tirem as faixas e que o deixem ir livremente de qualquer embaraço.

Em Cristo Jesus podemos tirar todas as faixas que aprisionam e tiram a liberdade! Podemos rasgar os scripts do passado e sair de qualquer jugo politico, religioso, social ou pessoal e calcarmos os pés na estrada livre da vida para desenvolvermos nosso própio valor e sermos nós mesmos no lugar em que estivermos!

Que saíamos do túmulo da morte da liberdade e deixemos de lado todas as faixas que emperram nosso caminhar!

Abraço livre!

23.mar.2008 – 14h59

Ressurreição da Liberdade

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Há prisões sem grades, sem portas, sem fechaduras e muito menos chaves!

É muitos vivem dentro delas. Ou melhor assistem a vida passar, observando através de grades (inexistentes)construídas em volta de si. Normalmente junto com a liberdade perde-se também a autonomia. Sem autonomia não expomos o que somos, o que pensamos e como vivemos.

Quando amortece a liberdade e a autonomia se tem como companhia o medo. Medo de tudo. Da rejeição, da crítica, da solidão, do estar a sós, do desamparo, medo de ir, de vir, de falar, de silenciar, de ser visto, de não ser visto. Bem como diz a música do Lenine: “MIEDO”.

A liberdade angustia porque junto com ela é preciso ter coragem para assumir muitas vezes que falhamos e que erramos! É mais fácil responsabilizar outros!!! Mas sem liberdade vivemos os projetos alheios. Ficamos refém das ópiniões e desejos de outros! Cedmos a outros a administração do nosso tempo e da nossa vida. Nos escondemos e deixamos de dar ao mundo a nossa volta a contribuição especial que cada ser humano é capaz.

A melhor ilustração bíblica para isto é a ressurreição de Lázaro, que diante da ordem de Cristo sai do túmulo atado e mal podendo se movimentar. Cristo completa o milagre ordenando que tirem as faixas e que o deixem ir livremente de qualquer embaraço.

Em Cristo Jesus podemos tirar todas as faixas que aprisionam e tiram a liberdade! Podemos rasgar os scripts do passado e sair de qualquer jugo politico, religioso, social ou pessoal e calcarmos os pés na estrada livre da vida para desenvolvermos nosso própio valor e sermos nós mesmos no lugar em que estivermos!

Que saíamos do túmulo da morte da liberdade e deixemos de lado todas as faixas que emperram nosso caminhar!

Abraço livre!

Ressurreição da criatividade

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A criatividade pode morrer ainda na criança que é tolhida das brincadeiras infantis normais na vida.

É brincando que se cria e recria coisas novas. Na brincadeira a criança dá vasão para suas invenções exercitando a criatividade ja existente em si. O fazer e o desfazer; o consertar o quebrado; o uso da imaginação que cria o novo com algo velho e conhecido; a ousadia em novos intentos, as vezes até com perigo para a própria criança, são todas oportunidades em que a aprovação dos adultos ajudará na livre expansão da capacidade de criar.

Brincar na infancia é fundamental!

Mas e se na vida adulta descobrir que não houve o lúdico enquanto criança? Descobrir que se tornou adulto antes da hora?

Não está perdido. É possível, depois de atravessar a barreira da dor por não ter sido criança que brinca, ousar experimentar sentar no chão, andar descalço, tomar chuva de propósito, mexer na terra, rir de nada, comer com as mãos, se lambuzar com sorvete e outras coisas tão infantis. Nestas coisas tão simples pode estar o desbloqueio da capacidade de sair do cotidiano e criar!

É tempo de sair da morte para a vida!

É sexta-feira da crucificação! Mas domingo é dia Ressurreição!

Abraço.

Ressurreição da Criatividade

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A criatividade pode morrer ainda na criança que é tolhida das brincadeiras infantis normais na vida.

É brincando que se cria e recria coisas novas. Na brincadeira a criança dá vasão para suas invenções exercitando a criatividade ja existente em si. O fazer e o desfazer; o consertar o quebrado; o uso da imaginação que cria o novo com algo velho e conhecido; a ousadia em novos intentos, as vezes até com perigo para a própria criança, são todas oportunidades em que a aprovação dos adultos ajudará na livre expansão da capacidade de criar.

Brincar na infancia é fundamental!

Mas e se na vida adulta descobrir que não houve o lúdico enquanto criança? Descobrir que se tornou adulto antes da hora?

Não está perdido. É possível, depois de atravessar a barreira da dor por não ter sido criança que brinca, ousar experimentar sentar no chão, andar descalço, tomar chuva de propósito, mexer na terra, rir de nada, comer com as mãos, se lambuzar com sorvete e outras coisas tão infantis. Nestas coisas tão simples pode estar o desbloqueio da capacidade de sair do cotidiano e criar!

É tempo de sair da morte para a vida!

É sexta-feira da crucificação! Mas domingo é dia Ressurreição!

Abraço.

Ressurreição dos Sentidos

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Para mim, esta pode ser uma das piores morte em vida. Talvez a pior.

Os sentidos se desenvolvem ou não dependendo das experiencias que cada ser humano vai vivendo no decorrer da vida. A vida é sentida e percebida através da nossa capacidade sensorial. Quem amorteceu de alguma forma os órgãos do sentido vai passando pela vida sem a percepção da plenitude que pode existir tanto nas experiências gratificantes como nas dolorosas. É possível comer um alimento sem saborear seu paladar; ver o céu sem alcançar toda o dislumbre da cor; passear por um jardim sem extasiar com o perfume das damas da noite; ouvir uma música sem mergulhar no embalo da melodia; tocar e ser tocado sem se apossar das mensagens prazerosas e restauradoras da pele.

Na minha história eu amorteci minha capacidade sensorial depois de uma surra injusta quando tinha 10 anos. Decidi diante daquela dor horrorosa que não sentiria mais e de alguma forma me anestesiei.Não senti nem aquela e nem mais nada por quase quarenta anos. Só recuperei meu sentir novamente aos quarenta e oito anos, através de um abraço amoroso que me consolava enquanto eu me lembrava desta surra!

Que neste domingo de páscoa, possamos ressuscitar juntamente com Cristo toda e qualquer sensação amortecida! Assim podemos experimentar a vida com toda sua intensidade!

Abraço

20.mar.2008 – 17h32