A criatividade pode morrer ainda na criança que é tolhida das brincadeiras infantis normais na vida.

É brincando que se cria e recria coisas novas. Na brincadeira a criança dá vasão para suas invenções exercitando a criatividade ja existente em si. O fazer e o desfazer; o consertar o quebrado; o uso da imaginação que cria o novo com algo velho e conhecido; a ousadia em novos intentos, as vezes até com perigo para a própria criança, são todas oportunidades em que a aprovação dos adultos ajudará na livre expansão da capacidade de criar.

Brincar na infancia é fundamental!

Mas e se na vida adulta descobrir que não houve o lúdico enquanto criança? Descobrir que se tornou adulto antes da hora?

Não está perdido. É possível, depois de atravessar a barreira da dor por não ter sido criança que brinca, ousar experimentar sentar no chão, andar descalço, tomar chuva de propósito, mexer na terra, rir de nada, comer com as mãos, se lambuzar com sorvete e outras coisas tão infantis. Nestas coisas tão simples pode estar o desbloqueio da capacidade de sair do cotidiano e criar!

É tempo de sair da morte para a vida!

É sexta-feira da crucificação! Mas domingo é dia Ressurreição!

Abraço.

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