A dor da decepção

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A intimidade num relacionamento é o que mais pode nos ajudar a crescer em compaixão, tolerância e amor para com o outro. No entanto sempre que nos tornamos intimo de alguém corremos o risco de pagar um alto preço. Na intimidade, nos tornamos transparentes e revelamos tudo que temos, tanto de bom como de ruim. Com isto ficamos vulneráveis. De certa forma, ficamos na mão do outro. Bem, eu decidi há algum tempo vivenciar a intimidade com tudo que ela requer com uma pessoa amiga. E com ela tenho arriscado abrir tudo do mais fundo do meu ser: tanto as luzes como as sombras. E não é que nesta semana ou descobri por terceiros que minhas “sombras” foram divulgadas, pela pessoa que confiei, de uma forma injusta e oportunista! Fiquei decepcionada e profundamente triste!!!

Agora novamente tenho a chance de escolher: Correr o risco e continuar me aprofundando pelo menos num relacionamento, ou me fechar como uma ostra e me isolar…

Bem, neste momento, ainda estou muito dolorida, mas acho que darei conta de continuar me arriscando!

E que a dor que sinto agora seja para uma amplidão maior dos caminhos do meu coração.

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Meu aniversário

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No ultimo dia 06 completei 62 anos de vida. Resolvi comemorar simplesmente levando o dia e aproveitando cada acontecimento.

Levantei as 5.00h, e na companhia do Eliel, meu marido, fui caminhar no Parque Ibirapuera (tenho o privilégio de morar bem perto).

Tomamos café na padaria. Adoro os “mineirinhos”(queijo branco na chapa, no pão francês) com uma média de café com leite, (mais leite que café).

Depois, de metrô e a pé fui até a mansão de beleza “Na Bahia”, em Higienópolis. Ali está a Lenir, artista em cabelos, que sempre me presenteia com um corte de cabelo

moderno. Almoçei no Kilo do japonês, lugar, embaixo do meu prédio, simplérrimo, mas comida sempre fresquinha e deliciosa, depois fomos tomar café na Kopenhangen – escolhi o capuccino, que é feito, diferentemente da Itália, com muito chocolate. E chocolate delicioso! Nunca me permito estas extravagâncias, mas me deixei levar pelas delícias deste capuccino que deveia ser chococcino!

Quatro da tarde! O que fazer? Conhecer as novas salas de cinema no shopping Cidade Jardim? Ou descer a Imigrantes e tomar sorvete em uma das praias de Santos? Bem, como Vila Mariana já fica bem perto de sair para a Imigrantes, Santos ganhou!

A Imigrantes, mesmo sendo sexta-feira a tarde. E a Imigrantes, se não é deveria ser a Rodovia número um do país (Vale os R$17,00, cobrado no pedágio)! Arquitetura admiravel, bem sinalizada e com toda segurança possível. O visual da estrada foi um colírio para meus olhos: A mata que ladeia a estrada está cheia de quaresmeiras e maracás que nesta época do ano dão um colorido degradee do rosa claro ao roxo escuro, para estontear qualquer um que consigar percebê-las. Me senti embriagada por tanta beleza.

Chegamos em Santos por volta das 17.00h. A tarde era perfeita: O céu tinha poucas nuvens brancas, o sol lindo e claro que me revestiu inteira com seus raios ultra violetas. A praia larga, bem limpa, areia fina, leve e solta que na caminhada me convidou a descaçar os pés! Caminhamos assim, por mais de uma hora, observando e sentindo cada movimento: das pessoas e da natureza. Sentamos num banco, também na praia, e tomamos água de coco gelada e hidratante – prazer perfeito!

Pastel. Pastel? Bem pastel, sempre me lembra o Mitsuo, um japonês, pastor e amigo, muito parecido com o ator do filme Karatê Kid, que é alucinado por pastel! Bem ali na nossa frente uma franquia do Pastel do Trevo. Nunca como pastel, mas decidimos que nossa janta seria um baita (30 cm) pastel do Trevo. E pra fechar sorvete a beira mar!!!

Voltamos. Eu estava feliz e radiante!

No dia seguinte teria mais!

08.fev.2009 – 10h53