Cristo sempre valorizou as crianças e teve tempo para elas.

Se fossemos repassar toda a vida de Cristo nestes dias que antecedem a Páscoa, estaríamos na última viagem dele para Jerusalém, onde culminou com sua morte na cruz e ressurreição.

Um dos eventos que gosto de reler é aquele onde Ele interrompe sua viagem para atender os pais que traziam as crianças para serem abençoadas. Percebo algumas lições esquecidas nesta história:

1 – Cristo ficou enraivecido com os discípulos que impediam os pais de chegarem perto dele, com as crianças. Indignado ordenou que os discípulos não atrapalhassem .

2 – Ele nunca esteve muito ocupado para não ter tempo para uma criança. Recebeu as crianças, pegou-as no colo e numa atitude paternal as abençoou.

3 – A indignação de Cristo aqui foi com aqueles que mesmo devendo ser pessoas esclarecidas, os discípulos, tinham atitudes onde as crianças eram excluídas.

4 – Cristo defendeu as crianças, que são indefesas e desprotegidas. Não se intimidou diante dos homens que eram seus seguidores.

PERGUNTAS REFLEXIVAS:

Nossas raivas tem a ver com nossos interesses ou nos indignamos diante de abuso para com os indefesos, como no caso as crianças?

Somos pessoas que amamos e protegemos as crianças, ou somos daqueles que ficam irritados com a presença dela e as excluímos de bênçãos, benefícios e direitos que elas deveriam receber?

Somos capazes de interrompermos nossas coisas importantes, parar e dar atenção a uma criança, como Cristo fez?

Somos capazes de descer na mesma altura de uma criança ou de pegá-la no colo, e olharmos em seus olhos dando toda a atenção para ela, ou simplesmente as ignoramos?

Escutamos o choro de uma criança, escutando também seu coração e suas necessidades, ou simplesmente a afastamos para não ouvir mais seu choro?

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