De todas as mães, a que mais me comove, quando paro para meditar na misteriosa função de ser mãe, é Maria, a mãe de Jesus. Não a endeuso, como fazem parte dos cristãos mas também não a coloco entre as mulheres s comuns, como fazem outros cristãos. Ela foi realmente a bem aventurada. Mas penso que poucas mães sofreram tanto como Maria. Grávida, solteira e sem se relacionar sexualmente com seu noivo. Foi alvo da desconfiança de José e desconfio que muita gente a difamou por “engravidar” antes de casar. Quando Cristo ainda bebê, Herodes decretou que todos os meninos abaixo de dois anos fossem mortos. Maria e José, orientados por divina providência fugiram para o Egito, para preservar o menino. Mas imagino que Maria não descuidou um minuto do seu filhinho até que Herodes fosse morto. E finalmente, viu seu filho condenado a morte de cruz, como se fosse um bandido. Maria ficou presente na crucificação até o fim. Posso imaginar sua desolação, mesmo sabendo que era mãe do Redentor. Uma das últimas frases, proferidas por Cristo na cruz, foi o pedido para que João cuidasse de Maria. Imagino que esta preocupação do filho, morrendo na cruz trouxe alento ao seu coração.

Maria, a mãe que soube o que é sofrer!

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