FELIZ VIRADA DE CALENDÁRIO!

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2011 para 2012:

Para meus parentes tão próximos, para outros tantos mais distantes, para alguns amigos que sabem tudo a meu respeito, para os outros que me gostam sabendo tão pouco. Para aqueles, de quem sei muito, para outros de quem nada sei, para meus colegas…Enfim para todos da minha lista, desejo:

Que haja novos olhares para a mesma paisagem; novas aquisições dos mesmos lugares; novos sabores para a mesma comida, novas percepções para a mesma história; novos começos para os acabados; novas interações com as mesmas pessoas, novas paixões para o mesmo amor; novos desejos para a mesma sede;novos caminhos para o mesmo coração; novos dislumbres do mesmo Deus e novas esperanças para a mesma fé.

E se algo novo ou diferente acontecer que seja bem vindo!

ABRAÇÃO E FELIZ VIRADA DE CALENDÁRIO!!!

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O NATAL ESTÁ CHEGANDO…

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LUZ NO LUGAR DAS TREVAS

Mais uma vez vamos comemorar uma festa cristã. Não foi em dezembro que Cristo nasceu, mas é neste mes em que se comemora o seu nascimento. Nestes dias que antecedem o dia escolhido para as festas do nascimento de Cristo, quero registrar aqui algumas reflexões.

“O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte resplandeceu-lhes a luz.”

Este texto faz parte da fala de Isaias quando prevê o nascimento do Redentor e sua moradia na região de Zebulon e Naftali. Esta região foi a primeira a ser massacrada, quando Tiglate Pileser, rei da Assiria invadiu a Palestina. Isaias descreve a região como um lugar de trevas e morte, mas que exatamente aquele lugar onde houvera tanta destruição, seria o palco de muito da vida e dos milagres de Cristo.

É assim que percebo a fé cristã. Vidas cheias de danos, mazelas e dores podem reencontrar a alegria de viver ao perceber que através de Cristo somos aceitos e amados. E a luz de Cristo pode expulsar todas as trevas dos nossos vazios, trazendo vida onde antes só existia a morte.

Que o Natal aconteça!

UMA MUDANÇA SEM DONO

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Nesta semana, logo de manha, descobri que havia uma mudança saindo do meu prédio. Sempre é um transtorno  quando há mudanças porque apenas um elevador fica disponível para o uso dos moradores. Comentei com um dos porteiros,sobre as dificuldades que teríamos por ser justamente um sábado, quando todos fazem compras e chegam com muitas coisas que precisam ser levadas da garagem, na indisponibilidade do elevador, para o andar da portaria, onde chega o segundo elevador. Ele prontamente concordou. Ficou ali do meu lado, me fazendo companhia enquanto eu ajeitava minhas compras de supermercado. Pensativamente me falou: ” E o pior e que esta mudança não tem dono.” Respondi: ” como assim, não tem dono?” Ele respondeu: ” Quem morava neste apartamento era o Sr B…., ele faleceu. Três meses depois a esposa faleceu, e agora os filhos estão retirando tudo que tinha no apto.” Naquele instante, quem ficou pensativa fui eu. Imediatamente me lembrei do casal que morava neste apartamento. A mulher tinha falecido enquanto eu e meu marido estávamos viajando de ferias. Quando voltamos vimos afixado no elevador o anuncio de missa de sétimo dia. Entristeci com a constatação que a fila estava andando e mais uma pessoa idosa entre os moradores do prédio tinha falecido. Em seguida meus olhos se focalizaram nos objetos da mudança que aguardavam na porta do lado do elevador, na garagem, o transporte para algum outro lugar. Observei cada móvel: sofá, mesa, cadeiras, tv , armários, loucas, quadros e etc. Na minha imaginação comecei a pensar como cada uma daquelas coisas e daqueles objetos tinham sido usados. Imaginei os filhos a volta da mesa, os netos com os pés no sofá, a tv sendo disputada em razão da preferencia por algum programa. Enfim passou pela minha cabeça varias cenas rotineiras na casa de alguma família.

Sai dali entrei no elevador que me servia e subi para meu apartamento. Mas meus pensamentos continuaram, só que agora minha mente se voltara para minha própria vida: meus moveis, meus livros, minhas roupas, minhas bolsas, meus sapatos, enfim, minhas coisas. E comecei a me perguntar: como reparto aquilo que tenho? Como e a liberdade que dou para que as crianças sintam- se bem na minha casa? Qual o nível da minha implicância na luta para preservar alguma coisa de valor para mim?

Sinceramente? Não sou tão apegada a coisas, mas a constatação que depois da minha morte muito do que tenho ficara sem valor e utilidade alguma, fez com que no meu coração aumentasse o desejo de repartir ainda mais o que tenho. E de me importar menos se alguma criança faz do meu sofá um cavalinho. Ou se sujem o meu tapete. Ou que gastem sabonete demais no banho. Ou que usem minha louça mais bonita. Ou que brinquem com o meu iPad.

Claro, quero continuar zelosa pelo que conquisto e espero que as crianças também aprendam a serem zelosas. Mas cada vez mais quero que as pessoas que fazem parte da minha vida, ou que passem pela minha vida possam desfrutar também das coisas materiais que me pertencem!

Afinal, o que vão fazer com as coisas materiais que tenho, depois da minha morte? Não sei. Então quero usá-las o mais que posso, hoje!!!

SER PSICÓLOGO

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Gostei muito deste vídeo feito por alunos da UNISUL em comemoração do dia do psicologo em 2011.

O texto, a música e as fotos representem em muito como vejo a ajuda psicólogica. Só acrescento que: SER PSICÓLOGO É AJUDAR O OUTRO A ENCONTRAR E A TRILHAR O SEU PRÓPRIO CAMINHO. Isto é, o caminho que a pessoa entende que é o dela.