PONTES

1 Comentário

Uma ponte precária e simples...

Ponte na Rua Leonor Saraiva Przirembel, Campos do Jordão

Sempre que posso faço meditações no Evangelho. Hoje comecei pelo relado de João (aquele que ficou exilado na Ilha de Patmos e é considerado o apóstolo do amor.) sobre a vida de Cristo. Tive interesse especial quando João fala de outro João, o Batista, que era primo de Jesus e veio para fazer preparativos para a chegada de Cristo. Foi um tipo de ponte por onde Cristo passaria, continuaria sua missão e João Batista desapareceria.

Gosto muito de pontes também. Tenho fotos de pontes de vários lugares do mundo. Algumas majestosas, outras práticas, outras sofisticadas, outras improvisadas, outras deterioradas, enfim já registrei pontes de todos os jeitos.

As vezes me vejo também como “ponte”. Isto é, sirvo de ligação de uma pessoa para com outros. Hoje porém fiquei pensando que é preciso preparo para ser “ponte”. Porque como ponte fica-se para trás, nem sempre é lembrada. As vezes nem é percebida.

As pontes tem funções importantes e fundamentais, mas uma vez que se passa sobre uma, ela fica para trás e segue-se a vida!

Abraço.

Anúncios

MAR, MACACOS E MAMÃO!!!

Deixe um comentário

Mar? Macacos? Mamão? Tudo num mesmo lugar? Sim.

Cada vez que venho para o Bairro da Urca, me programo para uma caminhada, até a Pista Claúdio Coutinho. É uma pista em volta da montanha que recebe o nome de Pão de Açucar, com vista para o mar e para a Praia Vermelha. Como quase todo mundo sabe, é a montanha que tem o ponto final do Bondinho. Fico encantada enquanto me delicio com tudo que vejo neste lugar! Pássaros, lagartos e lagartixas, sagüis, mamoeiros enquanto chega até meus ouvidos o barulho delicioso das ondas do mar. Nos espaços entre as árvores, do lado contrário da encosta da montanha, posso ver o mar, barquinhos e barcões…vejo também os rochedos!  Nas sombras percebo a aragem e nos espaços das copas das árvores posso sentir os raios solares que passam pela minha pele e aquece toda a minha alma, no meio do cheiro do mato que se mistura com os aromas do mar. Com certeza, é um lugar para ficar horas e horas experimentando e desfrutando de pelo menos quatro sentidos. Da próxima vez trago um coco bem gelado, numa barraquinha na esquina da Av. Pasteur…E aí posso desfrutar das sensações, no caso prazerosas, de todos os sentidos!

Final da Pista Claudio Coutinho