ADOÇÃO DE UM NOVO FILHO!

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DE PAI PARA FILHO

Emocionante este texto, que o Carlo André escreveu para seu filho. Por isso disponibilizei aqui também.

http://carrenho.wordpress.com/2012/03/21/lolo-o-destemido/

Abraço.

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NAS PEQUENAS COISAS…

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Amei esta frase da Ingrid Betancourt: 

 ” Porque estou convencida que todos somos grande e pequenos. Não por estarmos na selva ou numa situação extrema que nos tornamos heróis. Pelo contrário, começamos por ser heróis pela forma como nos comportamos nas coisas pequenas, no dia a dia.”

SORTE OU TRABALHO

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Diálogo com Paolo

Paolo, 8 anos, tinha caminhado, na companhia do Avô, voltando da ortodentista, sob um sol escaldante e muita poluição, por 1,5km. Chegou, no meu consultório cansado e com muito calor. Entrou na minha sala sentiu o ar refrigerado a 21ºc, abriu os braços, esticou o rosto para frente, deixando se envolver pelo alívio, que sentia, do calor escaldante, falou:

“Nossa Vó! Que sorte você tem: sua sala é linda, cheia de cores e a temperatura é deliciosa!”

Era visível o conforto que ele sentia, ali na minha frente. Fiquei emocionada, ao ouvir tão bem expressado o que ele estava vendo e sentindo. Mas também pensei na palavra sorte. E imediatamente, veio na minha memória, que, realmente, muitas oportunidades apareceram e ainda aparecem na minha frente. Mas proporcionar aquele prazer para o garoto não era só “sorte”. Então, respondi:

” Acho que não é só sorte…” Neste momento, ele interrompeu e disse:

” É trabalho, né Vó?”

De novo, emoção por ver a conclusão tão rápida dele. Então, relembrei por uns instantes como ele tem sido com suas tarefas escolares e seus pertences. Ele se preocupa com as lições de casa, estuda para as provas e é cuidadoso, como criança, com suas coisas. Na minha mente projetei aquele garoto magro e ágil para o futuro, e falei o que veio na minha imaginação:

” Você também poderá ter um lugar bonito e agradável para trabalhar. Porque você é esforçado e tem sido responsável com os seus deveres. Com certeza, o seu trabalho lhe dará este privilégio.”

Ele mais simpático do que normalmente é, olhou para mim, deu um lindo sorriso, e concordou com um tom indagativo: “É mesmo!?”